topo

HOME

 

ENTREVISTAS

 



Declarações do Presidente ao Record

Capitão dos Juniores (98/99)

Capitão dos Juvenis (98/99)

 

Manuel Branquinho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

Jorge Paulo

 

 

 

 

 

 



 

 

 

 

 

 

 

 




 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

David Destapado

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 













 

DECLARAÇÕES do Presidente da Direcção do C. D. Cova da Piedade, Sr..Manuel José Garção Branquinho, AO JORNAL RECORD, EM 04/08/2000

O Cova da Piedade, que na última época foi quarto classificado na I Divisão da A. F. de Setúbal, vai apostar fortemente no seu regresso à III Divisão Nacional e, para isso, reforçou de forma substancial o seu plantel. Eugénio Cardoso, coadjuvado por Álvaro Fernandes, continua a ser o treinador principal e tem à sua disposição os seguintes jogadores:

Guarda-redes: Jorge (ex-Almada), Esteves e Amaral (júnior);

Defesas: Bruno Gurreiro, Hélder, Silvério, Tozé (ex-Sacavenense), Nuno Pereira, Hugo Graça, Júlio (ex-Charneca da Caparica) e Mendonça (ex-júnior);

Médios: Jacinto, Marco (ex-Beira Mar de Almada), Jorge Paulo, André (ex-júnior), Nogueira (ex-Charneca da Caparica), Seromenho, e Tiago (ex-júnior);

Avançados: Cuca, Nuno Vicente (ex-Santa Iria), Figueiredo (ex-Trafaria), Fidalgo, Carlos Duarte (ex-Charneca da Caparica) e   Fernando Silva

O início dos trabalhos é no próximo dia 28 (de Agosto) e até ao começo do campeonato os piedenses pretendem fazer pelo menos cinco jogos de preparação, possivelmente com equipas do distrito de Santarém.

Manuel Branquinho, Presidente da Direcção, sublinha: "O objectivo é a subida de divisão já esta época, idéia partilhada tanto pelos Directores como pelo Corpo Técnico e atletas. Mas não vamos entrar em loucuras." E Explica: "Pensámos em tudo, inclusivé no equilíbrio orçamental, de modo a que o factor tesouraria não seja adulterado."

E esclarece: "O Clube está muito próximo de ter instalações desportivas mais dignas. A Câmara Municipal de Almada está seriamente empenhada no projecto, já em fase de execução e, logo que as verbas necessárias sejam desbloqueadas, a obra arrancará de imediato, é nossa convicção."

O líder piedense não esconde, entretanto, o desejo de ver o Cova da Piedade a competir, de novo, no futebol nacional, do qual está arredado há quatro anos.

                      In Jornal Record de 04/08/2000



 

Entrevista com o capitão de Juniores, Jorge Paulo, realizada em Novembro de 1998

 

1 – Há quanto tempo estás no Cova da Piedade?
R. - Com este (época 98/99), são 5 anos

 2 – O que é, para ti, ser capitão de uma equipa de futebol?
R. - Um capitão tem de ser como um líder e tem de transmitir aos colegas muita força e vontade de vencer. Um capitão tem de dar sempre o exemplo em todos os aspectos, para que os restantes companheiros vejam e sigam esse exemplo. Deve dar força e confiança aos colegas, deve tentar motivá-los para trabalharem sempre mais e, por último, deve tentar evitar que existam problemas no grupo.

 3 – Achas que o facto de seres capitão de uma das equipas deste Clube te aumenta as responsabilidades? Porquê?
R. - Como disse, na pergunta anterior, um capitão tem sempre mais responsabilidades e deve ser o exemplo. Ser capitão não é só pôr a braçadeira no braço nos jogos. O capitão tem, também, de ajudar os "misters" quando é preciso em exercícios, bem como lhes deve transmitir qual o ambiente no balneário.
 

 4 – Como defines a carreira da tua equipa, esta época (98/99)?
R. - Está a ser simplesmente espectacular!

 5 – Tendo em conta o que se passou esta temporada, aponta aspectos que tu achaste positivos para o bom desempenho do teu grupo de trabalho.
R. - Em primeiro lugar, o espírito de grupo, porque somos todos grandes amigos. Depois a dedicação de todos nos treinos e nos jogos. A seguir, a qualidade de todos os jogadores e, claro, os dois grandes treinadores, os "misters" Lívio Semedo e Pedro Coelho. Ainda os nossos Directores que sempre nos apoiaram, principalmente o senhor "China" (Anónio Niz).

 6 – E os negativos?
R. - Como todos sabemos, o Cova da Piedade faz os possíveis para nos dar o melhor mas, às vezes, falta alguma coisa. Mas eu só encontro um aspecto, que nem é muito negativo: devemos ter mais e melhores bolas para  treinar, ou seja, iguais às de jogo.

7 – Em tua opinião (tendo em conta as actuais condições do nosso campo e as monetárias), o que achas que poderia ser feito pela Direcção ou pela equipa técnica para melhorar o índice de aproveitamento das nossas equipas de futebol?
R. - No que diz respeito à nossa equipa, o nosso rendimento tem sido muito bom. Por isso, eu acho que a Direcção devia aproveitar mais jogadores do Clube para a equipa Sénior. Deviam apostar mais nos jogadores da casa que, de certeza, conseguiriam melhores resultados.

8 – Quais são as tuas ambições, a nível pessoal, tanto no plano futebolístico, como no escolar?
R. -
A nível escolar estou no 1º ano de Contabilidade e espero tirar um curso. A nível futebolístico, quero, ainda, ajudar a minha equipa a atingir os objectivos, que são, principalmente, a subida de Divisão e trabalhar para poder ficar na equipa de Séniores para a próxima época.

9 – O que gostas de fazer nos tempos livres?
R. - Gosto de sair com os amigos, de ouvir música, ver televisão, jogar computador e de ir ver os jogos do Benfica.

10 – Gostas de música? Se sim, indica qual o teu tipo de música preferido e qual(is) o(s) teu(s) agrupamento(s) preferido(s).
R. - Sim. Gosto de quase todo o tipo de música, nomeadamente Xutos e Pontapés, Metallica, Nuno Bettencourt, OffSpring, Silence 4, entre outros.

11 – Gostas de cinema? Qual o género de filmes que mais aprecias?
R. - Gosto. Gosto muito de filmes de acção e comédia. Também aprecio os filmes de aventura.

12 – Qual seria a tua maior alegria, este ano (98/99), em termos desportivos?
R. - Em primeiro lugar, ser campeão de Juniores pelo Cova da Piedade e, por consequência, subir de divisão. Depois, que o Benfica fosse Campeão Nacional.

13 – A nível Mundial, o que achas que está mal?
R. - Muita coisa mas, principalmente, a guerra e a fome.

14 – O que é que os governos poderiam/deveriam fazer para acabar com esses problemas?
R. - Poderiam e deveriam fazer muita coisa para acabar com esses problemas que provocam muitas mortes. Só que nada fazem nem tentam fazer, porque eles estão no bem bom.

15 – Para terminar, o que queres transmitir aos teus colegas mais novos?
R. - Se gostam de jogar futebol e sonham ser grandes jogadores, devem continuar a trabalhar para atingir os seus objectivos e esperar ter uma pontinha de sorte, que é muito importante.




Entrevista com o ex-capitão de Juvenis, David Destapado, realizada em Novembro de 1998

(A partir de Dezembro, o capitão de Juvenis foi o Bruno Mareco)

1 – Há quanto tempo estás no Cova da Piedade?
R. - Há 5 anos.

2 – O que é, para ti, ser capitão de uma equipa de futebol?
R. - Para mim, ser capitão é poder representar a minha equipa em qualquer circunstância. É meu dever, como capitão, transmitir ao treinador quaisquer problemas que possam existir dentro do grupo de trabalho.

3 – Achas que o facto de seres capitão de uma das equipas deste Clube te aumenta as responsabilidades? Porquê?
R. - Claro que sim pois, acima de tudo, tenho que ser o primeiro a dar o exemplo aos meus colegas porque, no fundo, o capitão deve ser o espelho da equipa.

4 – Como defines a carreira da tua equipa, esta época (98/99)?
R. - Até aqui, penso que correu tudo como estávamos à espera, dentro das condições que nos foram apresentadas.

5 – Tendo em conta o que se passou esta temporada, aponta aspectos que tu achaste positivos para o bom desempenho do teu grupo de trabalho.
R. - A força de vontade, o espírito de sacrifício e o bom entendimento entre os colegas de equipa, sem esquecer, também, o esforço feito por alguns Directores do Futebol Juvenil com o objectivo de poderem melhorar as nossas condições de trabalho.

6 – E os negativos?
R. - As péssimas condições de treino com que nos deparámos, apesar da tentativa dos Directores ligados ao Futebol Juvenil de modo a melhorá-las. Por outro lado, outro aspecto negativo foi o mau relacionamento e entendimento entre o Futebol Juvenil e o Futebol Sénior, sem esquecer a vergonhosa e lamentável situação que se passou entre jogadores de ambas as equipas.

7 – Em tua opinião (tendo em conta as actuais condições do nosso campo e as monetárias), o que achas que poderia ser feito pela Direcção ou pela equipa técnica para melhorar o índice de aproveitamento das nossas equipas de futebol?
R. - Para começar, podiam ter organizado melhor os horários dos treinos a fim de evitar mal entendidos e actualizar os horários de treinos a fim de corresponderem à realidade (por exemplo, actualmente os Juvenis iniciam os treinos às 18:30 horas, mas isso é impossível pois a maioria dos jogadores saem da escola a essa hora). A nível monetário, poderiam ter procurado ajuda através de patrocínios.

8 – Quais são as tuas ambições, a nível pessoal, tanto no plano futebolístico, como no escolar?
R. - As minhas ambições são, primeiramente, acabar o 11º Ano e para a próxima época poder afirmar-me na equipa de Juniores, tudo isto a pensar num futuro próximo. Mais tarde logo se verá. O tempo o dirá.

9 – O que gostas de fazer nos tempos livres?
R. - Gosto de jogar computador, ver televisão, ouvir música e sair com os amigos.

10 – Gostas de música? Se sim, indica qual o teu tipo de música preferido e qual(is) o(s) teu(s) agrupamento(s) preferido(s).
R. - Gosto de, praticamente, todo o tipo de música mas, especialmente, de música dark-metal. Os meus grupos preferidos são Marilyn Manson, Moonspell, Sepultura, etc.

11 – Gostas de cinema? Qual o género de filmes que mais aprecias?
R. - Sim. Gostei muito do "Blade", mas o meu preferido é "O Resgate do Soldado Ryan", do Stevem Spielberg. 

12 – Qual seria a tua maior alegria, este ano (98/99), em termos desportivos?
R. - Seria se, no final da época, alguém reconhecesse o meu trabalho e o meu valor e pudesse
levar a representar um Clube com maiores dimensões a nível desportivo.

13 – A nível Mundial, o que achas que está mal?
R. - As guerras que, do meu ponto de vista, são atitudes irracionais e que não levam a nada e só trazem desespero, mortes e fome para as populações inocentes.

14 – O que é que os governos poderiam/deveriam fazer para acabar com esses problemas?
R. - Poderiam deixar de ser hipócritas e gananciosos. Em vez de quererem o melhor só para eles, deviam pensar no seu povo. Em vez de sermos nós, cidadãos comuns e de outros países, a enviar recursos alimentares às populações mais necessitadas, deveriam ser os governos, que têm mais possibilidades económicas, a tomarem essas atitudes.

15 – Para terminar, o que queres transmitir aos teus colegas mais novos?
R. - Primeiro que tudo, quero dizer-lhes que, se querem ser jogadores de futebol, têm de trabalhar mesmo muito, têm de ter uma grande vontade e vão ter que fazer alguns sacrifícios mas, acima de tudo, têm que ser muito humildes.